domingo, 27 de março de 2011

7 dias e milhões de duvidas


Sete dias....

Esse foi o prazo dado pelo meu horóscopo de hoje para eu "compreender algo" (????). Expectativas, sonhos e empolgações deverão receber um balde de água fria de onde aparecerá uma realidade que até então não percebia. Tentei escapar dessa dando uma olhada no ascendente e lá estão mais "sete dias de reflexão profunda".

Macacos me mordam!

Não acredito piamente em horóscopo, mas também não duvido de mais nada. Após dias intensos e, a meu ver, de muita realidade, preferi entender essa "pausa cabalística" como um descanso, um momento onde saio do tablado para a platéia na intenção de tentar entender em que mundo tenho vivido nos últimos tempos.


A intensidade de nossas vivências, trabalho, amizades, amores as vezes nos tira um pouco do chão, transforma o real no quase ideal e nos dá um idéia de onipotência, de que tudo vai dar certo porque a gente merece e porque no final, o mocinho sempre ganha. Definitivamente NÃO é assim e definitivamente, o fato de nem tudo ser perfeito e nem tudo acabar bem NÃO é o fim do mundo!

O real não é tão feio assim. Ao contrário, é encantador, surpreendente...

Venho me surpreendendo dia a dia, menos com o mundo, considerado cruel por uns, e mais com as pessoas. Como erramos dia após dia! Comemos errado, decidimos errado, amamos errado, odiamos errado e mesmo assim, ainda desejamos que dê tudo certo. Caracoles!!! Eu sou assim também!!! Ainda não tenho certeza se fazer errado é melhor que não fazer... Ainda não estou convencida que o mundo é realmente cruel ou se foi a humanidade que não deu certo. Aliás, certezas pra mim são poucas e não serão os próximos 7 dias que transformarão minha modesta porém honesta vidinha... Quero continuar me surpreendendo, continuar com minhas dúvidas sobre quase tudo afinal, só os estúpidos têm uma confiança absoluta em si mesmos.
Voltamos a falar daqui uma semana. Afinal, se os japoneses reconstruiram uma estrada totalmente destruída em 6 dias, os próximos sete serão mais que suficientes para alguns pequenos ajustes por aqui, não?

sexta-feira, 18 de março de 2011

Ione, se todos fossem igual a você...

Pessoal,

Tô sem tempo, trabalhando pra c... mas não quero deixá-los abandonados....

Por enquanto nada de texto mas não podia deixar de compartilhar com vocês essa demonstração de sinceridade explícita.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Não te esqueças meu amor...


Fuçando minhas redes sociais (nunca pensei que diria isso!) bateu um momento de saudosismo "esquisito" ao rever amigos, colegas, conhecidos e outras tanta caras que não me lembro o nome. Alguns mais carecas, outros mais gordinhos, muitos com fotos de casamentos, filhos e de viagens pelo mundo. Não me espanta saber que aquela mina, que era a mais sem graça da turma, virou um mulherão e que o cara mais cdf se mudou para a Tailândia pra aprender muay thai e hoje vive num templo budista em Bangkok.

Como na minha época não tinha nem celular, nem youtube e nem foto digital, me contentei em ouvir os hinos da Geologia interpretados por "jovens" de 20 e poucos anos e assistir a cenas de trabalhos de campo em cenários familiares, mesmo sem entender ao certo como os estudantes de hoje conseguem ficar tão limpinhos dentro de uma mina de grafite.


Sim, deu saudade. Saudade boa e não de lamento. Saudade do que ainda se tem e não daquilo que falta ou foi embora. Saudade daquela que nos faz gargalhar ao lembrar de como a gente era duro, "vagabundo", cara de pau e feliz. Mas esse tipo de "saudade" só é pra curtir de vez em quando. Beeeem de vez em quando pra não se correr o risco de virar melancolia de quinta.


Era bom? Era. Faria tudo de novo? Faria. Bate uma certa nostalgia que faz você pensar no que sua vida se tornou? Bate. E é nessa hora que você desliga o computador, toma um copo de leite, prepara as coisas pro dia seguinte e vai dormir com a sensação de que, felizmente, sabe lá Deus porque, deu tudo certo pra você.


Vou nessa porque quem vive de blog é só o Marcelo Tas e preciso garantir o meu iogurte desnatado de todo o dia;